são 4 meses, poderão ser quatro anos ou quatro décadas.
há 4 meses que me sinto a pessoa mais feliz do mundo.
há 4 meses que viver a vida sorrindo faz mais sentido.
há 4 meses que entrou na minha vida uma lufada de ar fresco que me fez correr mais e mais em busca da felicidade.
têm sido 4 meses intensos, de pura magia, de conquistas, de muito amor.
4 meses que aparentam muito mais, carregados de cumplicidade e carinho.
fica comigo, mais quatro meses, mais quatro anos, mais quatro décadas.
fica comigo, eu fico contigo, juntos seremos sempre mais felizes.
fica comigo, fica sempre <3
quinta-feira, 23 de março de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
dos (quase) 23!
estou a 24h de completar 23 anos. 23?! 23 era aquela idade longínqua para a qual havia estabelecido imensos objectivos. aos 23 acabaria o curso, aos 23 estaria com o meu (agora ex)namorado, estaria prestes a iniciar uma nova etapa. tudo aquilo que planeei não aconteceu. não vou tornar-me farmacêutica, tenho um namorado diferente... normalmente quando as coisas não correm como planeio, fico triste, ansiosa, desiludida. curiosamente, desta vez estou tranquila, feliz, serena... os 23 avizinham-se e fazem-se anunciar da melhor forma. creio que será um ano em grande. aliás, já começou a ser. tenho lutado diariamente e tenho conseguido tudo aquilo a que me tenho proposto (agora diferente daquilo a que me propus para os 23, aos 18). hoje, à meia noite, anseio estar com muitos dos que tenho no coração. sei que estarei bem acompanhada. amanhã estarei com aqueles que me puseram no Mundo, com os amigos de sempre. estou ansiosa, quero muito entrar nestes 23 que, prevejo serem inesquecíveis.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
without cliché, be my valentine!
não gosto de frases feitas, não gosto de palmadinhas nas costas, não gosto de demonstrações públicas de afecto. sou um cubo de gelo aos olhos dos comuns mortais, detesto corações em ursos de peluche pirosos, odeio jantares românticos com assistência, não gosto de pseudo-cavalheirismo.
gosto de ti, gosto que me abraces quando chegas, que me dês um beijo, que me afagues o cabelo, que me aproximes de ti e digas o quanto gostas de mim. vejo-te, no olhar, o amor que me tens. desculpa-me o egocentrismo, mas a verdade é que o vejo. vejo e sinto-o a cada sorriso, a cada palavra, a cada abraço de aconchego! quero-te hoje, amanhã e sempre. gosto de ti a cada dia, em cada olhar, em todas as horas. e por isso, fica comigo, amar-te-ei, sempre, com todas as minhas forças.
com amor,
a tua princesa!
gosto de ti, gosto que me abraces quando chegas, que me dês um beijo, que me afagues o cabelo, que me aproximes de ti e digas o quanto gostas de mim. vejo-te, no olhar, o amor que me tens. desculpa-me o egocentrismo, mas a verdade é que o vejo. vejo e sinto-o a cada sorriso, a cada palavra, a cada abraço de aconchego! quero-te hoje, amanhã e sempre. gosto de ti a cada dia, em cada olhar, em todas as horas. e por isso, fica comigo, amar-te-ei, sempre, com todas as minhas forças.
com amor,
a tua princesa!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
a ti, meu (novo) amor
há muito, muito tempo que estavas na minha vida. entraste de mansinho, pé ante pé, conquistaste-me o sorriso, mesmo sem te aperceberes disso, ganhaste-me a confiança e a preocupação, num abrir e fechar de olhos. de repente, fazias-me pensar em ti a cada dia que passava, conseguias que falasse de ti, sem razão aparente. mas, "pior" que isto tudo era conseguires que tremesse ao falar de ti, sentia borboletas na barriga quando te via passar... estar contigo era estar feliz, era estar serena e ao mesmo tempo num turbilhão de sentimentos inexplicáveis.eu já era tua sem saber e sem tu te aperceberes disso. tive medo, muito medo. tive medo de falhar de novo, tive medo de me entregar a ti, tive medo de sofrer, tive tanto medo... a tua mão segurou a minha e aí percebi que estaria segura. sabia que mesmo estando no limite do precipício tu irias agarrar-me e impedir-me de cair na tristeza, no sofrimento, na tentação do fracasso... fizeste-me sorrir, respirar de novo, sentir, acima de tudo, que podia ser feliz... deste-me o alento necessário para que eu arriscasse e para que eu permitisse a tua entrada na minha vida para me dares uma lufada de ar fresco. conseguiste dar-me o oxigénio necessário para que os meus sentimentos não entrassem em hipóxia, para que o meu coração continuasse a bombear o sentimento que tinha por ti. quis gritar ao mundo o quanto estava feliz, quis dar um mergulho no fundo do oceano e sentir-me livre para gostar de ti... quis, sobretudo, gostar de ti... mas essa fase tinha passado sem que nos déssemos por isso... com o tempo fui-me apercebendo que estar contigo era ser eu mesma, era sentir-me a levitar. até que percebi que não gostava de ti. isso já se tinha tornado pouco. sentia por ti alguma coisa que não conseguia verbalizar, não conseguia explicar... mas sentia... e mesmo contra todas as minhas resistências, consegui perceber que era amor.
não to digo todos os dias, mas se to digo várias vezes no mesmo dia, é porque quero que saibas que é amor. é mesmo. fizeste-me renascer das cinzas do sofrimento, conseguiste que eu entrasse em metamorfose e deixasse de ser uma lagarta escondida para me tornar num borboleta livre para mostrar ao mundo o quanto queria ser feliz (contigo). conseguiste despertar em mim aquilo que jamais alguém havia conseguido.
não tem sido fácil adaptar-me a este novo mundo, mas tem sido o desafio mais incrível que alguma vez tive. a descoberta de novos caminhos a teu lado tem-me permitido crescer, tem-me permitido ser pessoa, ser, acima de tudo, feliz.
preciso de ti e sei que vou precisar sempre. fazes-me tão bem, caramba!
quero-te comigo em cada desafio, em cada batalha, em cada derrota, em cada pódio. quero-te comigo nas lágrimas de alegria e de tristeza. quero-te comigo nas manhãs frias de inverno, nas noites quentes de verão, no nascer do sol da primavera, no céu estrelado do outono. quero-te comigo de pijama, de vestido de princesa, de fato de treino, de bikini. quero-te comigo nas mais infinitas gargalhadas, nas cócegas que me deixam sem ar, nos beijos que me fazem sufocar de felicidade, nos abraços que me protegem.
quero estar na tua vida, todos os dias, a todas as horas. permite-me conhecer-te e invadir o teu coração. permite-me rir dos teus fiascos, gozar com a tua falta de jeito, abraçar-te na alegria e na tristeza, beijar-te para te calar. permite-me estar na primeira fila a aplaudir os teus sucessos e as tuas conquistas, permite-me puxar-te pela camisola para impedir que prossigas o caminho errado, permite-me ajudar-te nas tuas escolhas, permite-me limpar-te as lágrimas e sentir o teu coração bater mais forte. permite-me saber de ti.
quero percorrer contigo a estrada que nos leva ao sucesso e à felicidade. quero ultrapassar os trilhos difíceis, mesmo que para isso tenhamos de parar vezes sem conta. permite-me chegar ao topo e acreditar que tudo valeu a pena porque estava contigo.
desculpa se não sou a princesa com que sonhaste. mas quero ser a menina dos teus olhos, todos os dias.
gosto de ti quando acordo e quando me deito. gosto de ti quando me abraças. deixas-me sem alento quando me beijas e mais ainda quando me dizes que me amas e me chamas de princesa.
gosto de ti quando acordo e quando me deito. gosto de ti quando me abraças. deixas-me sem alento quando me beijas e mais ainda quando me dizes que me amas e me chamas de princesa.
hoje, vou gritar ao mundo que te amo. porque isto, isto é mesmo amor.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
dos quase cinco anos
hoje é dia 28. 28 de janeiro de 2015. o dia 28 de todos os meses adquiriu um simbolismo especial desde o dia 28 de março de 2010. dois mil e dez. passaram quase cinco anos... confesso que fico taquicárdica em pensar que já são cinco anos. as lágrimas teimam em cair, mas a verdade é que são lágrimas de alegria, de felicidade, de extrema felicidade. não me perguntem porquê falar disto hoje, uma vez que deixamos de contar o meses a partir do décimo segundo, do primeiro ano. já não fazia sentido. o nosso amor tinha tomado uma grandiosidade tal que contar meses deixara de fazer sentido algum... hoje, como muitas vezes faço, revi fotos, de várias pessoas, de vários momentos. encontrei aquela em que estavam presentes palavras tuas. "és a responsável por seis meses de boas memórias"... meu amor, seis meses, o quanto ficamos felizes neste dia... trouxeste-me uma flor, lembro-me bem. ao final da tarde, após um dia cansativo de aulas, lá vieste tu, surpreender-me. sorri tal como sorrio neste momento, estupidamente. nunca me vou esquecer daquela flor. era pequenina, frágil, mas tão doce, tão linda, tão delicada. ao ver a fotografia tentei fazer as contas e ver em quantos meses íamos e já não consegui logo e não foi por falta de raciocínio matemático, mas sim porque remotamente pensei em anos. já são quase 5 anos. estamos a precisamente dois meses de comemorarmos cinco, c-i-n-c-o anos de namoro, de partilha, de amor, de muito muito amor... há dias lembro-me de ter dito "qualquer dia dás-me um pontapé e pronto", tal e qual com estas palavras e tu, prontamente me respondeste "qual quê? são cinco anos, é qualquer coisa" com aquele teu jeito que só eu conheço... é verdade, meu amor, é mesmo qualquer coisa. qualquer coisa de elevada grandeza. quando tento voltar ao passado só me consigo lembrar de ti, do quanto me tens feito feliz nestes últimos cinco anos. cinco anos é um quarto da minha vida e ainda bem que tem sido passado ao teu lado. lembro-me que há uns anos quando te dizia que te amava cada vez mais, dizias, brincando, que era impossível amar-te mais... talvez tenhas razão meu amor. não te amo mais, amo-te como te amei logo no primeiro dia, mas garanto-te, a cada dia que passa tenho mais a certeza de que é contigo com quem vou ficar para sempre, sempre... recordo o nosso primeiro beijo, vezes sem conta, o quão especial foi... naquela noite mal imaginava que algo tão fantástico estava a nascer. a forma caricata como tudo aconteceu retrata aquilo em que nos tornamos, juntos, lado a lado. somos incríveis, e ambos sabemos disso. são muitos aqueles que nos gabam e nós temos essa noção. amo-te tanto. um dia, obriguei-te a escrever no meu livro, no 12º ano, que carinhosamente tinha feito para EMRC. e tu, com o teu ar desajeitado quase recusaste, mas eu sabia que ias acabar por escrever. hoje, passados quase 3 anos reli as tuas curtas mas sentidas palavras : "para a pessoa mais especial da minha vida, de quem espero ser a sua sombra em todo o seu percurso académico - e não só... - um grande beijo e toda a sorte do mundo. amo-te"... espero, sem dúvida, ser a pessoa mais especial da tua vida e sei que contigo já terei toda a sorte do mundo. e, hoje, a dois meses de completarmos cinco anos de felicidade em comum, sei que estarás comigo tal como até aqui, sempre e para sempre.
amar-te é realmente a minha melhor forma de vida.
domingo, 11 de janeiro de 2015
de mim : para ti (parabéns!)
hoje é o TEU dia... todo TEU, meu amor.
e cá estamos, juntos, mais um ano, no TEU dia de aniversário. hoje és só TU quem importa. és só TU quem eu quero abraçar...
amo-te há praticamente 5 anos. e todos os anos é uma enorme euforia viver este dia contigo. amo-te todos os dias, a toda a hora, minuto após minuto. está um frio terrível lá fora, mas o meu coração está quentinho. sei que estás feliz e procuro fazer-te ainda mais feliz. hoje é um dia especial, celebramos, juntos, uma vez mais, o TEU dia. de mim para ti envio-te todo o amor, todo o carinho, a paixão vibrante que sinto por ti... estarei contigo todos os dias da tua vida, meu amor, todos...
PARABÉNS MEU AMOR, e obrigada por seres quem és há 22 anos.
AMO-TE sempre e para sempre <3
e cá estamos, juntos, mais um ano, no TEU dia de aniversário. hoje és só TU quem importa. és só TU quem eu quero abraçar...
amo-te há praticamente 5 anos. e todos os anos é uma enorme euforia viver este dia contigo. amo-te todos os dias, a toda a hora, minuto após minuto. está um frio terrível lá fora, mas o meu coração está quentinho. sei que estás feliz e procuro fazer-te ainda mais feliz. hoje é um dia especial, celebramos, juntos, uma vez mais, o TEU dia. de mim para ti envio-te todo o amor, todo o carinho, a paixão vibrante que sinto por ti... estarei contigo todos os dias da tua vida, meu amor, todos...
PARABÉNS MEU AMOR, e obrigada por seres quem és há 22 anos.
AMO-TE sempre e para sempre <3
domingo, 27 de outubro de 2013
(des)culpa
um dia eu quis ser a menina de cabelos loiros e olhos azuis. os olhos mantêm-se juntamente com a minha vontade de ser mais e melhor. os cabelos loiros foram-se perdendo a par da minha inocência de outrora. quis ser a princesinha de todos, viver num castelo e esperar pelo príncipe no cavalo branco. sonhei cavalgar sentindo o vento no meu ar doce de menina. ó inocência de criança, onde foste tu? porque já quis ser bióloga, ou até mesmo jornalista. hoje quero ser farmacêutica. luto todos os dias por isso e todos os dias me questiono se serei capaz de o ser.
quis ser a menina dos olhos dos meus pais, quis ser o orgulho deles. duvido se o fui ou se alguma vez o serei. quis ser a namorada perfeita de alguém. tenho a certeza que não o sou. quis ser alguém inesquecível, inigualável, quis ser brilhante em tudo o que fazia. não consegui. falhei. falhei em demasiadas coisas. sinto-me a falhar em cada decisão que tomo, em cada acção que faço.
desculpem-me os meus pais por não ser a princesa que eles idealizaram.
desculpem-me os meus amigos pelas palavras menos gentis, pelos dias maus e pela minha faltam de paciência.
desculpe-me o meu namorado, o meu porto de abrigo, a minha força, por todos os dias maus, por todas as lágrimas em vão, pelas manifestações de revolta, pela minha falta de sensibilidade. desculpa amor por não ser a namorada que querias que eu fosse. desculpa não corresponder às tuas expectativas. desculpa não conseguir ser tudo aquilo que eu, que tu, querias que eu fosse. desculpa, amor, desculpa. desculpa todas as desilusões.
um dia, um dia só queria ser capaz de conseguir ser tudo o que idealizaste. amo-te, amo-vos a todos. desculpem-me.
a vossa (ou não) princesa.
sábado, 5 de outubro de 2013
a ti, meu amor
a ti, meu amor eu tenho muito a dizer. na verdade, sempre tive. medo, estúpido medo, orgulho, orgulho parvo, são apenas dois dos factores que me impedem de te dizer tudo, tudo aquilo que tenho para te dizer. tenho medo das palavras. sei que chorarei "baba e ranho" e eu detesto chorar (sim eu sei que choro por tudo e por nada, tenho, definitivamente, lágrima muiiito fácil, mas detesto isso). sei que me faltará o ar e que o meu coração baterá a um ritmo desmedido. custar-me-á imenso admitir tudo o que sinto por ti. custa-me sempre imenso exteriorizar o sentimento, a importância que dou às coisas, por mais ridiculamente pequenas que sejam. amor, amor é o que sinto por ti. talvez seja algo mais forte, algo ainda mais inexplicável. fazes parte de mim, da minha vida, dos meus planos, dos meus sonhos, do que sou e serei. quero-te sempre comigo, para sempre (se é que existe o para sempre). quero, um dia, lembrar-me de toda esta estupidez que me faz guardar o que sinto para mim e sorrir, a teu lado e perceber que não valeu a pena estar calada. quero que sejamos capazes de construir o futuro mais risonho possível. meu amor, gosto dos teus beijos no pescoço, gosto dos teus abraços intermináveis, gosto do teu sorriso "maroto" e do teu olhar profundo. gosto dos "amo-te" sussurrados. gosto da mão dada contigo, do beijinho de boa noite e do sorriso de bom dia. gosto de estar deitada no teu peito e adormecer com a tua presença. gosto que me toques no cabelo e de te ter bem juntinho a mim. gosto das conversas contigo até o sono chegar. gosto das "lutas" infinitas. gosto do quão chato tu és. gosto de ti. gosto do que sinto por ti. gosto de gostar de ti. amo-te infinitamente meu amor. amo-te, amo-te e amo-te. desculpa, desculpa não ser capaz de te dizer isto, desculpa não ser forte o suficiente para assumir tudo. desculpa amor. sei que um dia serei capaz de o fazer. sei que será em breve. sei que terei a capacidade de admitir tudo. obrigada amor, por todo o amor, por todo o carinho, por todo o esforço e dedicação, por me ouvires e me aturares, por me fazeres sorrir. obrigada por me amares e estares sempre comigo.
com amor,
quarta-feira, 13 de março de 2013
dos meus quase dezanove anos
é típico ouvir-se dizer "lembro-me como se fosse hoje", mas a verdade é que lembro-me do dia em que festejei o meu 18º aniversário na perfeição. passou apenas um ano, no entanto, foi um ano muito intenso, com novas descobertas, novos rumos, nova vida, literalmente, uma nova vida. em setembro, deixei o meu lar, a minha família, as minhas rotinas e parti rumo à concretização de um sonho. aqui estou, pela eterna briosa, longe de tudo aquilo que fez parte de mim durante precisamente dezoito anos. lembro-me do quanto ansiei pelos dezoito anos, do quanto ansiei pelas novas oportunidades que eles me trariam. na verdade, trouxeram-me muita felicidade, trouxeram-me auto-estima ao alcançar os meus objectivos. hoje, encontro-me a exactamente cinco dias de os abandonar. dentro de cinco dias, celebro o meu décimo nono aniversário e muita coisa me faltará nesse dia... nunca fui muito dada a lamechices e lá em casa também não, mas a verdade é que, realmente, quando estamos longe, tudo nos faz falta, até mesmo as coisas mais banais. de facto, é o primeiro aniversário longe da minha casa, dos meus pais, da minha irmã, do meu sobrinho. é o primeiro aniversário em que não terei os meus amigos comigo (mesmo que fosse só durante as aulas). é o primeiro aniversário em que não terei a casa cheia de gente para me receber. é o primeiro aniversário em que não esconderei as lágrimas de alegria por ver que todos estavam presentes, mas também, é o primeiro aniversário em que estarei apenas com ele, com aquele a quem chamo de namorado. sei que ele fará tudo para que eu me sinta bem nesse dia... todavia, apesar de ele uma das peças mais importantes do meu puzzle, senão mesmo a mais importante, faltarão outras tantas... o que eu dava para chegar a casa, depois de um dia de aulas, e tê-la cheia de gente, os meus amigos, os meus novos amigos, as minhas colegas de casa, a minha família, obviamente, o meu namorado... no entanto, sei que dificilmente serei surpreendida... esperarei ansiosamente pelo dia, tal como todos os anos, e só espero, não me desiludir...
domingo, 10 de fevereiro de 2013
porque tu também magoas ...
há dias em que podes nem sequer te aperceber, mas magoas-me. magoas-me e fazes-me sentir vontade de chorar. fazes com que se formem lágrimas e teimem em cair. podes não ter noção do que fizeste ou disseste, mas magoas-me, entristeces-me. podes não perceber e nem sequer encontrar lógica para a minha mágoa, mas a verdade é que ela existe e foste tu quem a causou. calo-me, disfarço, sei que não vais entender, por mais que tente explicar (nem sempre é fácil arranjar palavras para descrever os sentimentos, tu sabes...), mas a mágoa está lá. a dor vai passando, a tristeza também, vou esquecendo, mas sofro, sofro enquanto não esqueço, e choro, choro muito. a minha alma chora muito. infelizmente, tu também magoas e nem sempre te apercebes disso. amo-te <3
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
desilusão
quando na nossa cabeça, no nosso coração, estão perspectivas fantásticas e nos convencemos de que tudo irá ser inesquecível... e... de um momento para o outro tudo se perde e somos invadidos por um sentimento de desilusão, tristeza e angústia que teima em não nos largar... aí, choramos e ninguém compreenderá !
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
dois mil e doze : o fim !
dois mil e doze foi, sem dúvida, um ano muito preenchido. não foi de todo fácil, no entanto, foi bastante gratificante. recordo-me de entrar em 2012 com um sorriso e com a vontade de fazer mais e melhor. em 2012 muito foi feito e talvez muito tenha ficado por fazer. em 2012 sorri muito, mas também chorei muitas lágrimas de sofrimento, de angústia, de medo, de desespero. dei por mim, muitas vezes, a ansiar o fim do ano. foi em 2012 que festejei os meus dezoito anos junto daqueles que me são queridos. em 2012 tirei a carta de condução e ganhei independência. em 2012 lutei e trabalhei arduamente para terminar o secundário da melhor forma. em 2012 desesperei com os exames nacionais e candidatei-me à universidade. em 2012 ansiei a concretização de um sonho que viria a ser concretizado: caloira de ciências farmacêuticas da faculdade de farmácia da universidade de coimbra. em 2012 abandonei o meu lar e passei a visitá-lo somente ao fim de semana. parti na conquista de um objectivo e larguei tudo o que tinha. 2012 foi mais um ano junto daquele que intitulo como o homem da minha vida. sem ele, tenho a certeza, de que teria sido um ano bem mais difícil. aos meus pais agradeço-lhes o esforço e, de certa forma, o orgulho que tiveram em mim ao ver-me caloira e desejo-lhes um ano com mais paz, harmonia e força para a nova etapa da vida. à minha irmã agradeço-lhe o apoio (por vezes) demonstrado e dou-lhe a maior força para continuar a lutar pelos seus objectivos. aos meus amigos, àqueles que deixei de ver diariamente levo-os no coração para sempre; aos que agora partilham o dia a dia comigo agradeço que fiquem sempre comigo. ao meu namorado agradeço a força que me deu em 2012, a coragem e a estabilidade. agradeço as vezes em que me abraçou e meu ergueu. agradeço-lhe as lágrimas que me limpou. agradeço-lhe o facto de ter estado comigo e nunca me ter abandonado. a ele desejo-lhe o melhor do mundo. desejo que fique comigo e tenho a certeza de que seremos muito felizes, juntos, em 2013. hoje 2012 chega ao fim e eu estarei, de braços abertos, à espera do novo ano !
domingo, 16 de dezembro de 2012
medo.
quando um sonho que foi tornado realidade, partimos do princípio de isso nos trará o máximo de felicidade. vejo o meu sonho realizado . sonho esse que neste momento me traz angústia, medo de falhar, medo de desiludir, medo de não conseguir. o meu curso, a minha faculdade, aquilo com que sempre sonhei. aquilo por que lutei afincadamente com todas as minhas armas durante anos a fio. o meu sonho está a despedaçar-me o coração. não me arrependo de nada. no entanto, desespero. desespero com o medo me assombra ferozmente. sinto-me a desvanecer de forma avassaladora. serei eu capaz de alcançar este meu grande objectivo. serei eu capaz de não desiludir aqueles que me rodeiam e sobretudo a mim mesma. são as questões que pairam sobre mim. tenho medo. tenho medo de falhar, de errar. tenho medo, sobretudo, de desiludir. medo de não conseguir aquilo que sempre quis.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
absolutamente estúpida !
obrigada amor pelas palavras de conforto. obrigada amor pelos abraços de aconchego. obrigada amor pelo carinho demonstrado. obrigada amor por me amparares em todas as possíveis quedas. obrigada amor por estares comigo sempre. obrigada por me ajudares a realizar os meus sonhos. m*rda, estou aqui a agradecer-te tudo, a agradecer-te o amor que me tens e continuo a fazer asneira a cada dia que passa. revolto-me por cada palavra que não devia ter sido dita, por cada acto incorrecto, por cada discussão estúpida. desculpa, mas eu amo-te <3
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
recordações
são muitas as vezes em que dou por mim a relembrar o passado. desde sempre recordei com frequência. não sei se é bom ou se é mau, mas recordar já me fez chorar e já me fez ficar com aquele sorriso estúpido que não sabemos bem de onde veio. na verdade, tenho sinto saudade de muita coisa. por mais recente que seja determinada coisa, tenho saudades e há alturas em que desejo fortemente que voltem a acontecer. tenho saudades de quando eu e ele tínhamos conversas duradouras, nem que o assunto fosse o boletim meteorológico. tenho saudades de sentir o coração palpitar sempre que o via online. tenho saudades do primeiro dia. tenho saudades do primeiro olhar profundo e incomodativo. há dias em que recordo todas as conversas, todos os olhares, todos os passos dados até hoje. passaram, precisamente, 2 anos, 7 meses e 5 dias desde o dia mais feliz de toda a minha curta vida. não sei se lho disse, mas foi, de facto, o dia mais feliz da minha vida. foi o dia em que realmente me senti amada, senti que teria ali alguém que me apoiaria em todos os momentos, sem excepções. recordo, sorrindo estupidamente, aquela noite em que, paciente e delicadamente, ele pegou a minha mão e senti que seria ele o meu porto seguro, para sempre. de facto, tem sido ao longo de todo este tempo e tenho a certeza que o será durante muito muito muito tempo. apesar do orgulho que tenho em nós e naquilo que construímos, há alturas em que desejava reviver todos aqueles momentos marcantes, novamente. muita coisa mudou. algumas deixaram de acontecer e outras surgiram. sinto saudades de tudo aquilo que se foi diluindo com o tempo, mas não deixo de sentir orgulho no que surge a cada dia que passa. apesar de tudo, continuo a sentir um friozinho na barriga em cada beijo, tal como no primeiro. continuo a esperar ansiosamente a mensagem de bom dia e o telefonema de boa noite. continuo a desejar um abraço bem aconchegadinho como o primeiro. continuo a sorrir estupidamente como da primeira vez em que o ouvi sussurrar-me que me amava. continuo a querer estar com ele da mesma forma que queria quando mal nos víamos.
recordo com o coração e com a alma. recordo o passado que faz o presente ser possível e recordarei sempre com um enorme orgulho, sempre !
domingo, 16 de setembro de 2012
partida .
e, hoje, deixo, oficialmente o meu lar. deixo-o para partir rumo à concretização de um sonho. deixo a comida da mãe. deixo o meu quarto. deixo o meu pai. deixo o meu sobrinho e a minha irmã. deixo-os, mas volto. deixo também todas as rotinas que me perseguiam há anos. deixo a vila que me viu nascer. deixo o silêncio do redor do meu lar. vou partir, mas volto. volto para os visitar, apenas. a cidade dos estudantes, a tão emblemática briosa, receber-me-á de braços abertos. parto hoje em busca do meu futuro, para a cidade que me acolherá nos próximos cinco anos, ou mais, quiçá. coimbra chora por mim e eu vou consolá-la. um dia, voltarei, aqui. talvez fique, talvez seja, apenas, uma visita. um dia...
domingo, 9 de setembro de 2012
FFUC .
Eram 22h30 quando o meu coração palpitou de forma ainda mais acelerada. As lágrimas invadiram-me. De alegria, é certo, mas chorei, chorei compulsivamente. Gritei ao mundo a minha alegria. Finalmente o meu sonho estava a ser realizado. O meu empenho, o meu esforço, a minha dedicação, as minhas horas de estudo, o meu trabalho foram ali reconhecidos. Grito, com orgulho, que sou caloira de Coimbra. Ciências Farmacêuticas acolher-me-á da melhor forma. Saio, agora, do ninho da família, voo seguindo novas rotas. Parto em busca do sucesso, do meu sucesso. Hoje, sinto-me orgulhosa de mim mesma, orgulhosa como nunca me senti. Hoje sinto que sou capaz. Sinto-me feliz. Sinto-me caloira !!!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
conquistas .
Aos 28 dias de Agosto encontro-me num crítico estado de ansiedade. A verdade é que após um ano lectivo muito produtivo (apesar de cansativo), após a carta de condução nas mãos, após os objectivos todos cumpridos, ou melhor, quase todos, continuo com o medo da desilusão, o medo do futuro. Faltam precisamente 13 dias para ter conhecimento da tão ansiada e, de certo modo, atemorizadora colocação no ensino superior. Ó faculdade que tanto choras por mim, o que me trarás tu ?!
sábado, 7 de julho de 2012
amiga do coração
Quando eu era pequenina, conheci uma menina. Ou melhor, lembro-me de a ver cirandar nos corredores do colégio que eu frequentava. Um dia mais tarde, já durante a minha adolescência, na minha primeira aula de língua portuguesa do meu oitavo ano, vejo entrar pela porta a professora O. . Nunca me esquecerei da minha professora O. . Na verdade, a minha professora foi, também, uma amiga. Ela acreditava em mim acima de todas as outras pessoas e fez com que eu não desistisse de lutar pelos meus objetivos. A professora O. falava inúmeras vezes da sua menina, da sua A. . A A. era a tal menina que eu havia visto várias vezes pelo colégio. A certa altura, a professora O. disse-me que eu era muito parecida com a sua A. . Na altura, lembro-me de não ter compreendido o porquê de tal afirmação, mas o certo é que nunca mais me esqueci disso. No fim do ano letivo, a professora O. deixou de ser minha professora e nunca mais a voltei a encontrar, numa sala de aula. Todavia, eram muitas as vezes que nos cruzávamos no colégio sempre com um sorriso. O tempo foi passando e eu fui crescendo, bem como a A. , a filha da minha professora. Já no secundário, e graças às redes sociais, eu e a A. começámos a trocar uns deditos de conversa. Na verdade, com o passar do tempo, fui-me apercebendo de que a A. era alguém com quem podia conversar, com quem podia partilhar os meus medos sem sofrer qualquer tipo de represálias. A A. inspira-me e impõe-me persistência, força para jamais desistir. Com ela eu posso contar sempre. São raras vezes aquelas que falamos, no entanto, eu sei que ela está lá e ela sabe que eu estou aqui. Sabemos que podemos contar sempre uma com a outra e isso... isso é o mais importante. A A. tornou-se numa amiga, numa confidente. Não sabemos tudo uma da outra, sabemos o essencial, apenas. A A. é uma amiga do coração que eu tenho sempre presente. A A. tem e terá sempre um lugar no meu coração. A A. é a minha amiga, a minha amiga do coração.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
missão cumprida !
hoje foi o fim. foi, finalmente, o fim. e peço, desde já, desculpa pelo pleonasmo. foi hoje o último exame da minha vida enquanto estudante de secundário. e pode-se dizer que até acabou de uma forma agradável. a verdade é que uma das etapas mais cansativas e difíceis já chegou ao fim e estou já com um pézinho na próxima. ó faculdade, o que me trarás? na verdade, não foi só o secundário que chegou ao fim. chegou ao fim a minha permanência naquele colégio, naquela casa que me acolheu nos últimos oito anos. foi lá que aprendi a lidar com as frustrações, ou pelo menos a lidar melhor, foi lá que conheci professores que jamais esquecerei, foi lá que fiz os meus maiores amigos. foi naquele colégio que passei a maior parte do tempo durante dias e dias... estou cansada, de facto. mas levo muito daquele sítio comigo. é inevitável. jamais me esquecerei do que lá vivi, do que lá fiz, o que lá "sofri" e dos imensos momentos em que fui feliz lá. preparam-me para a vida e aqui vou eu. hoje foi a última vez que lá entrei com algum dever académico para cumprir, agora já não pertenço lá. já não sou mais finalista. e atrevo-me a dizer : missão cumprida !
ao longo destes três dolorosos anos de secundário, foram muitas as lágrimas derramadas, muitas as noites sem dormir, muitos dias de angústia, muitos objetivos falhados. mas foram, também, muitos os sorrisos, muitas as experiências que me fizeram crescer, foram muitas horas de felicidade, foram muitas amizades ganhas. e agora que chegou ao fim, mesmo não tendo sido perfeito, o balanço é positivo. não fui a super mulher e não fui uma aluna de 20, no entanto, tentei sempre dar o meu melhor e os resultados foram gratificantes. agora, que cheguei ao fim, valeu a pena. e a minha missão está bem cumprida. agora, resta-me esperar e dentro de dois meses serei caloira de coimbra, serei o que sempre sonhei. um dia sentirei nostalgia, um dia. e hoje quero gritar ao mundo : MISSÃO CUMPRIDA !
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